AP1 – 2014-01
DISCIPLINA: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
Questão 1 (2,0 pontos) A partir do que foi estudado no Texto 01 (LOMBARDI, José Claudinei. História e historiografia da educação no Brasil) é possível afirmar sobre as fontes de pesquisa:
1. O historiador elege, organiza e interpreta suas fontes em conformidade com suas opções metodológicas e teóricas, posto que as fontes históricas são recursos usados pelo historiador para se aproximar e tornar inteligível seu objeto de estudo.
2. Não existe neutralidade na produção do conhecimento, porque todo conhecimento produzido implica e pressupõe métodos e teorias que embasam o processo e o resultado da construção do conhecimento científico, sendo estes, igualmente, produtos sociais e históricos.
3. O historiador não deve considerar os interesses que permeiam a produção das fontes, pois as fontes registram a história tal como ocorreu.
4. Não é útil ao pesquisador a diversificação de fontes, pois esta pode revelar aspectos e características diferenciadas das relações do homem, quer sejam com outros homens ou com o meio em que vive.
5. Todos os tipos de fontes podem servir ao historiador, conforme seu objeto, posto que são as fontes que possibilitam o entendimento do mundo e da vida dos homens: material lítico e cerâmico, documentos escritos, testemunhos orais, produções iconográficas, audiovisuais, eletrônicas.
Marque a opção CORRETA:
a) 2,4,5.
b) 1,3,4.
c) 2,3,5.
d)1,2,5.
Questão 2 (2,0 pontos) Faça uma exposição do conceito polissêmico de Paidéia (Texto 03). Em seguida, caracterize e compare os modelos de educação de Esparta e de Atenas.
Respondeu ao tema pedido com coerência e coesão, mostrando que estudou os textos.
Apresentou de entendimento sobre o conceito de Paidéia;
Apresentou em linhas gerais dos modelos de Esparta e Atenas;
Apresentou capacidade de estabelecer relações entre o tipo de sociedade/funções realizadas/ formação oferecida;
Conteúdo desenvolvido principalmente nas páginas: 13-19;
Conteúdo desenvolvido principalmente nas páginas: 13-19;
O aluno deve ser capaz de reconhecer o termo enquanto representativo do ideal de formação integral do homem grego, do corpo e do espírito. Possui aspecto polissêmico, porque seu significado se aproxima de uma pluralidade de termos modernos, como civilização, cultura, tradição, literatura ou educação.
Contudo, o ideal de formação integral nas práticas educativas das cidades-estado de Esparta e Atenas demonstra que o conceito poderia enfatizar ora um aspecto da formação, ou outro, conforme as funções sociais que a cidade-Estado conferia à educação.
Na cidade militarizada de Esparta, o modelo baseado no estatismo e no conformismo, valorizava a formação militar e esportiva para as atividades de combate, incluindo a educação das mulheres e práticas de eugenia (ver descrição páginas 18-19).
Em Atenas, “iniciadora do ideal democrático”, valorizou além da educação física, a formação do cidadão, do intelectual habilitado a participar da vida política, pelo domínio dos saberes da retórica, por exemplo. A iniciativa privada em educação, em Atenas, era mais importante do que em Esparta, na qual o Estado legislava sobre as práticas educativas.
Questão 3 (2,0 pontos) Explique como surgiram as universidades durante a Idade Média. Apresente em seu texto características da vida universitária e do método de ensino empregado na Idade Média (Texto 06).
Critérios de correção:
Respondeu ao tema pedido com coerência e coesão, mostrando que estudou os textos.
A partir do estudo do texto 06, o aluno deve relacionar as transformações urbanas ocorridas no período da Baixa Idade Média, principalmente o crescimento das atividades comerciais burguesas nas cidades, com a criação das universidades como corporações de ofício, ou seja, como associações livres para regulação de profissões. A universitas studii agrupava alunos e mestres interessados em estudos de temas específicos. O aluno também deve caracterizar a escolástica como método de organização e prática do ensino empregado.
Questão 4 (2,0 pontos) A partir do que foi estudado sobre instituição da escola no Mundo Moderno (Texto 07), é correto afirmar que:
1. A institucionalização da escola na Idade Moderna tem como fatores determinantes as mudanças socioculturais, econômicas e políticas que ocorreram a partir do século XVI, com a implantação do modo de produção capitalista, a Reforma Protestante, a Contra-Reforma e a instauração da visão humanista.
2. A partir da Idade Moderna começou-se a considerar que era necessário dar às crianças e aos jovens um modo de vida particular, principalmente no que se refere à educação moral, em função de uma nova concepção humanista de infância e de família.
3. A Reforma e a Contra-Reforma foram importantes para os rumos da educação no mundo moderno e a institucionalização da escola, porque contribuíram para a ampliação e a “publicização” do ensino elementar.
4. A construção de uma nova imagem de família e da infância não repercutiu em novas concepções sobre a educação. A criança precisava ser educada moral e intelectualmente, por isso dever-se-iam criar instituições que separassem as crianças do mundo adulto, formando-as por meio de uma disciplina rigorosa, dosando os valores e os saberes que seriam ministrados.
5. Na construção da Modernidade, o capitalismo nascente precisava de pessoas instruídas que soubessem lidar com a manufatura e o comércio, e a escola tornou-se um local importante para fornecer essa formação.
Marque a opção CORRETA:
a) 1,2,3,5.
b) 1,2,3,4.
c) 2,3,4,5.
d)1,2,4,5.
Questão 5 (2,0 pontos)
No estudo do texto 08, “Jesuítas e as crianças no Brasil Quinhentista”, aprendemos que para além do ensino de ler, escrever e contar, havia por parte da Companhia de Jesus uma intenção explícita de evangelizar, catequizar e converter os indígenas ao cristianismo. Tratava-se, portanto, de disseminar uma concepção de mundo católica para povos que tinham outras culturas, outros hábitos.
Apresente as práticas através das quais os jesuítas faziam o trabalho de evangelização. A partir do que foi estudado no texto, faça uma reflexão e justifique porque a educação não pode ser considerada um processo neutro.
O aluno deve ser capaz de citar as práticas de ensinamento da doutrina através do ensino da leitura e escrita, da utilização de rituais religiosos como missas e procissões, a utilização de instrumentos musicais e dança como mediadores da evangelização. Entendia-se que as crianças - segundo os jesuítas e a concepção de infância que vigorava no período (tábula rasa, papel branco) – ofereciam menos resistência aos novos ensinamentos, enquanto os adultos, que já estavam arraigados nos seus hábitos e costumes, eram mais refratários à mudanças de comportamento. Acreditava-se, também, que as crianças poderiam transmitir o cristianismo aos seus familiares e que serviriam de exemplo para futuras gerações.
A educação não pode ser considerada como um processo neutro porque, assim como é mostrado no texto, a ação educacional é direcionada pelos objetivos e pelas concepções de mundo dos homens nela envolvidos. Por meio da escolarização e evangelização, os jesuítas pretendiam converter e modificar a visão de mundo dos indígenas, buscando disseminar a sua própria visão e aquilo que acreditavam que era verdadeiro.
domingo, 10 de agosto de 2014
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Proximo semestre
Ola meninas e meninas do Cederj pedagogia
Hoje não postarei nada nenhum arquivo ,mais recebi algumas diciplinas e postarei quando ttiver um tempinho as imagens da ap1 .
Olha gostaria de dizer que sinto muito por não ter postados mais as provas ! isso se deve se vcs repararam não estão mais disponibilizando gabarito e uma pena !! resolvi então postapara vcs que vão no próximo semestre fazer alguma disciplina que postarei possa estudar e não ficar igual uma doida estudando tudo e no final cair nada ou quase nada neh!
Hoje não postarei nada nenhum arquivo ,mais recebi algumas diciplinas e postarei quando ttiver um tempinho as imagens da ap1 .
Olha gostaria de dizer que sinto muito por não ter postados mais as provas ! isso se deve se vcs repararam não estão mais disponibilizando gabarito e uma pena !! resolvi então postapara vcs que vão no próximo semestre fazer alguma disciplina que postarei possa estudar e não ficar igual uma doida estudando tudo e no final cair nada ou quase nada neh!
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
LP2
Comentários acerca da Avaliação Presencial 1- AP1 de LP2, Segundo Semestre de 2013
Com base na descrição do trabalho realizado em sala de aula pela professora de uma turma de 3º ano do Ensino fundamental, responda:
QUESTÃO 1 – Leitura e Conhecimento Prévio
1.a) Por que a exploração e o desenvolvimento dos níveis de conhecimento prévio são especialmente importantes nas aulas de leitura?
Veja que ao lado da expressão “Questão 1” aparece o assunto/conteúdo que está sendo solicitado nesta questão, isto é, Leitura e Conhecimento Prévio. Este assunto é tratado na Aula 16, Caderno Didático. Só para lembrar, são 04 níveis de conhecimento prévio: conhecimento de mundo, enciclopédico, linguístico e textual. A Aula 16 explora cada um desses níveis e fala da importância deles para o desenvolvimento da leitura. Assim, nesta questão 1.a, o(a) aluno(a) deveria deixar claro a função dos níveis de conhecimento prévio no trabalho com a leitura, isto é, o aluno deveria explicar os motivos e a importância de se trabalhar (explorar e desenvolver) esses níveis de conhecimento prévio, nas aulas de leitura na escola.
EXEMPLOS DE RESPOSTAS QUE PUDERAM SER CONSIDERADAS DE NÍVEL BOM E ACIMA (COM ALGUMAS ADAPTAÇÕES):
R1: Para que se compreenda, entenda e apreenda um texto é necessário que se conheça ou ao menos que se tenha uma ideia sobre o que o texto fala e aborda. E o conhecimento prévio é a “ferramenta”, o recurso que nos permite isso. Procurar saber o que os alunos já sabem sobre o que lhe será apresentado é essencial, já que é, a partir dali, que o professor irá trabalhar.
R2: Os níveis de conhecimento são importantes porque eles ajudam o professor a interagir com os alunos, sobre o texto que está sendo lido. Os conhecimentos adquiridos formalmente (conhecimento enciclopédico), informalmente (conhecimento de mundo), adquiridos com o estudo da língua e da gramática (conhecimento linguístico) e adquiridos pelo estudo de como os diferentes textos se estruturam e se organizam (conhecimento textual), todos esses conhecimentos que, de algum modo, o leitor já possui, tornarão a leitura mais fácil porque eles acionam informações importantes que ajudam a compreender melhor o texto.
R3: A exploração e o desenvolvimento dos níveis de conhecimento prévio são especialmente importantes nas aulas de leitura porque, quando lemos um texto, resgatamos os conhecimentos adquiridos em outras leituras e vivências para interpretá-lo e compreendê-lo adequadamente. Em todas as leituras que fazemos,
acionamos os conhecimentos prévios que adquirimos ao longo de nossa vida e relacionamos com aquilo que estamos lendo.
1.b) Quais os níveis de conhecimento prévio que um professor precisa conhecer para organizar as tarefas de leitura? Comente com exemplos tirados do trabalho da aula descrita acima.
O professor só conseguirá explorar e desenvolver os níveis de conhecimento prévio com seus alunos se ele conhecer o que são esses níveis, se ele souber a importância de cada um desses níveis quando se lê. Enfim, ele deve ter fundamentos necessários sobre o assunto, para desenvolver, nas atividades de leitura, reflexões que ajudem os alunos acionarem seus conhecimentos prévios (de mundo, enciclopédico, linguístico e textual) e desenvolverem melhor a leitura. Daí, a questão 1.2 solicitar o seguinte:
a) Quais níveis de conhecimento prévio o professor precisa conhecer para organizar as tarefas de leitura.
b) Complementar ou reforçar a resposta, trazendo para a reflexão exemplos da atividade desenvolvida pela professora, na situação de aula descrita na questão.
EXEMPLOS DE RESPOSTAS CONSIDERADAS DE NÍVEL BOM E ACIMA (COM ALGUMAS ADAPTAÇÕES):
R1: Conhecimento de mundo, enciclopédico, textual e linguístico. Na atividade apresentada, a professora trabalha e aborda todas essas questões com a turma. Ao situá-los e pergunta-los se já ouviram falar sobre a música, se a conhecem, se já ouviram acerca da comunidade abordada na música, e esperar que eles a respondam, ela já fazendo o levantamento do conhecimento que eles já trazem consigo, isto é, do conhecimento informal, de mundo que esses alunos têm. Ao pedir-lhes que escrevam o nome soletrado, ela está verificando se as crianças sabem ou não compô-lo, escrevê-lo, ou seja, está abordando, checando, ajudando-os a acionar este conhecimento formal (enciclopédico) que possuem. O conhecimento textual é abordado com o gênero música. A professora trouxe variedade para a sala de aula, o que deve ser uma prática comum, já que os alunos sabem reconhecer o que é o refrão. O conhecimento linguístico, creio que tenha sido abordado em todo a atividade, já que as crianças, de acordo com o quadro montado pela professora, conseguem traçar comparações, conseguem os significados das palavras.
R2: Conhecimento de mundo – conhecimento que adquirimos informalmente, com a nossa vivência do dia-a-dia. Quando a professora diz aos alunos “hoje vamos ouvir uma música do MC Cidinho e do MC Doca, ...” e pergunta se os alunos conhecem ou já ouviram antes a música, ela está trabalhando o conhecimento de mundo.
Conhecimento enciclopédico – conhecimento que adquirimos formalmente, através de leitura de textos, livros, jornais, revistas e frequentando museus, teatro, cinemas, etc. Quando a professora pede aos alunos para a ajudarem a preencher o quadro com o que os autores dizem de si mesmos e o que os outros pensam deles, a professora
está trabalhando o conhecimento enciclopédico, pois, sobre a realidade do que realmente ocorre na comunidade, é preciso que haja pesquisa e não apenas achar que é.
Conhecimento linguístico – refere-se ao conhecimento que o indivíduo possui em relação ao vocabulário, à gramática, às regras da língua. Quando a professora pede aos alunos que escrevam no caderno o nome do lugar, que é o título da canção, e os alunos escrevem “Cidade de Deus”, a professora está trabalhando o conhecimento linguístico; ela quer saber se eles sabem escrever corretamente o que foi pedido.
Conhecimento textual – refere-se a tudo que sabemos sobre a organização e estruturação de diferentes textos. Quando a professora trabalha com a música, ela está trabalhando um gênero textual, ou seja, está levando ao conhecimento do aluno como é a organização e estruturação de um texto no gênero musical.
QUESTÃO 2 – Praticando o dialogismo
Esta questão deveria ser respondida, tomando-se como base a atividade descrita na questão 2, que se refere à continuidade das ações que a professora citada continua desenvolvendo com os alunos, ou seja: analisarem a composição do cartaz não apenas adivinhando, mas tendo como base o que já sabiam sobre a localidade; isto é, justificando seus argumentos pela referência aos elementos linguísticos, textuais e visuais apresentados no referido cartaz.
2.a) Como a inclusão dessa atividade pode ser vista como visando aumentar a competência linguística e textual dos estudantes?
Em 2.a, o(a) aluno(a) deveria refletir sobre o seguinte: Como a atividade com o cartaz desenvolvida pela professora, descrita nesta questão, pode fazer com que o aluno aumente sua competência linguística (aprender mais sobre aspectos da língua) e sua competência textual (aprender mais sobre aspectos de textos tipo um cartaz que divulga um filme em comparação com outros tipos de texto).
EXEMPLOS DE RESPOSTAS CONSIDERADAS DE NÍVEL BOM OU ACIMA (COM AS DEVIDAS ADAPTAÇÕES):
R1: A professora usou o mesmo assunto - a comunidade Cidade de Deus - de formas distintas: no texto da letra da música e no texto do cartaz do filme. Ela utilizou-se da letra da música, falou do livro sobre a comunidade e sobre o filme, e, ainda, levou um cartaz deste último para que a turma traçasse paralelos entre o que ouviram, leram e o que viram nas imagens do pôster. Ao fazer isso, a professora expandiu os horizontes desses alunos não apenas para o que aprenderam sobre a comunidade, mas também acerca das possibilidades de se obter e transmitir essas informações. Os alunos tiveram acesso ao áudio, à imagem, bem como ao discurso oral e escrito. Tudo isso ajudou a ampliar as competências linguística (sobre a língua) e textual (sobre diferentes textos) dos alunos.
R2: A proposta realizada pela professora é enriquecedora, pois apresenta o que foi trabalhado por ela anteriormente, mas com outro tipo de linguagem. O cartaz do filme explora principalmente a linguagem visual, mas, também, aspectos da língua verbal e não verbal. Ainda pode-se destacar a análise proposta para entender a composição do cartaz, relacionando-o ao conhecimento prévio da localidade. Sem dúvida, esta atividade contribuiu para aumentar a competência linguística e textual dos estudantes; primeiro, por ser um longa metragem que desperta o interesse por sair um pouco do contexto de sala de aula; segundo, uma produção deste tipo lança mão de diversas manifestações da linguagem.
2.b) O que é uma atitude responsiva e como é possível desenvolvê-la? Exemplifique com a situação acima (ou seja, a situação desenvolvida pela professora, descrita na questão 2).
Em 2.b, o(a) aluno(a) deveria fazer três coisas: 1º) conceituar “atitude responsiva”; 2º) explicar como ela pode ser desenvolvida em sala de aula; 3º) fazer isso, trazendo como exemplo, a atividade feita pela professora, apresentada na questão 2.
EXEMPLOS DE RESPOSTAS CONSIDERADAS DE NÍVEL BOM (COM AS DEVIDAS ADAPTAÇÕES)
R1: Uma atitude responsiva é reagir ao texto. O leitor não é passivo na leitura, ele questiona o que lhe foi apresentado, concorda, discorda, opina, reflete, interpreta. Ele apresenta sua contra palavra, é ativo. A professora, na atividade acima, pede aos alunos que analisem a imagem com base nas informações que já possuem sobre a comunidade, que utilizem essas informações, que observem as divergências e convergências entre imagem, texto escrito e letra da música. Com isso, ela está contribuindo para que cada um aprimore sua capacidade de agir com atitude responsiva.
R2: Atitude responsiva – refere-se ao posicionamento do sujeito diante de tudo que lhe é apresentado, seja um fato ou um texto. O sujeito coloca suas ideias, seus valores, de forma crítica, comprometida e reflexiva. A atividade proposta pela professora, sobre o cartaz do filme Cidade de Deus, é uma ótima maneira de se desenvolver a atitude responsiva nos estudantes, pois ela os leva a se posicionar diante do que está sendo apresentado, com autonomia.
R3: Uma atitude responsiva é a posição que uma pessoa toma diante de um texto, criticando, elogiando, etc. É possível desenvolvê-la quando se procura compreender, analisar, conhecer melhor o assunto que está lendo. Na atividade citada na questão 2, a professora busca desenvolver essa atitude em seus alunos quando pede que eles analisem o cartaz.
QUESTÃO 3 – Leitura e Discurso
Nesta questão, reproduzimos parte da canção “Cidade de Deus” para que vocês expliquem dois aspectos importantes sobre língua e linguagem.
Foi apresentado dois trechos da referida música para que o(a) aluno(a) os aproveitasse para responder a questão 3, mais especificamente, 3.a e 3.b.
3.a) O trecho destacado em 3.a deveria ser tomado como base para se responder de que modo a noção de “gênero discursivo” ajudaria a professora explicar a seus alunos o estilo de língua usado no trecho em destaque.
EXEMPLOS DE RESPOSTAS CONSIDERADAS DE NÍVEL BOM (COM AS DEVIDAS ADAPTAÇÕES):
R1: O gênero discursivo, neste caso, o texto da música, contribui para a análise e identificação do tipo de texto que está sendo trabalhado. Refiro-me às características deste texto que influenciam o estilo de língua usado, um estilo que expressa o modo de vida do povo daquela comunidade.
R2: O estilo de linguagem usado na música é a língua da comunidade, a manifestação da linguagem usada por aquele povo, o dialeto deles, a identidade deles. E o gênero discursivo - expressado pela letra da música marcada por um estilo que se identifica àquele povo (o funk)- acaba ajudando a professora explicar o quanto aquele estilo de linguagem utilizado por eles é coerente. Por isso, expressões como “Se liga no que estou falando” e “Tu vai se amarrar, vai se diverti”, não são melhores, nem piores; apenas representam o modo deles se identificarem, dizerem quem são, por meio de um gênero discursivo que também os identifica.
3.b) Utilizando-se do trecho destacado em 3.b, o(a) aluno(a) deveria justificar ou responder o seguinte: o motivo de os MCs não apresentarem uma visão idealizada (irreal) da vida na favela, contestando, desse modo, os estereótipos comumente apresentados no discurso sobre a vida em comunidades como Cidade de Deus.
EXEMPLOS DE RESPOSTAS CONSIDERADAS DE NÍVEL BOM (COM AS DEVIDAS ADAPTAÇÕES):
R1: Na música, os compositores/cantores não escondem ou disfarçam a vida na comunidade. Eles são realistas. Comparam a vida na cidade de Deus à maré que “às vezes tá alta, às vezes tá baixa”. Eles não negam as dificuldades, mas não as glorificam também: “A vida do povo é assim. Às vezes tá tranquila e às vezes tá ruim”. E ainda mostram o otimismo e o estilo “bola pra frente” dos moradores da comunidade: “Depois do cerol tem que dar estanque”.
R2: O fato dos MCs não construírem uma visão idealizada da vida naquela comunidade está claro em todo o trecho. Desde o início, quando é dito que “não escondemos nada o que temos lá dentro”, enfatizando que não há o que se esconder; que existem aspectos negativos conhecidos pela sociedade, mas no verso seguinte defende o fato de a comunidade ter fé. Ou seja, existem pessoas de bem que trabalham e lutam para ter vida digna, apesar do entorno arriscado e violento. Os autores argumentam contra a visão idealizada da vida na favela, afirmando que existem fases boas e ruins, como em outros locais
Com base na descrição do trabalho realizado em sala de aula pela professora de uma turma de 3º ano do Ensino fundamental, responda:
QUESTÃO 1 – Leitura e Conhecimento Prévio
1.a) Por que a exploração e o desenvolvimento dos níveis de conhecimento prévio são especialmente importantes nas aulas de leitura?
Veja que ao lado da expressão “Questão 1” aparece o assunto/conteúdo que está sendo solicitado nesta questão, isto é, Leitura e Conhecimento Prévio. Este assunto é tratado na Aula 16, Caderno Didático. Só para lembrar, são 04 níveis de conhecimento prévio: conhecimento de mundo, enciclopédico, linguístico e textual. A Aula 16 explora cada um desses níveis e fala da importância deles para o desenvolvimento da leitura. Assim, nesta questão 1.a, o(a) aluno(a) deveria deixar claro a função dos níveis de conhecimento prévio no trabalho com a leitura, isto é, o aluno deveria explicar os motivos e a importância de se trabalhar (explorar e desenvolver) esses níveis de conhecimento prévio, nas aulas de leitura na escola.
EXEMPLOS DE RESPOSTAS QUE PUDERAM SER CONSIDERADAS DE NÍVEL BOM E ACIMA (COM ALGUMAS ADAPTAÇÕES):
R1: Para que se compreenda, entenda e apreenda um texto é necessário que se conheça ou ao menos que se tenha uma ideia sobre o que o texto fala e aborda. E o conhecimento prévio é a “ferramenta”, o recurso que nos permite isso. Procurar saber o que os alunos já sabem sobre o que lhe será apresentado é essencial, já que é, a partir dali, que o professor irá trabalhar.
R2: Os níveis de conhecimento são importantes porque eles ajudam o professor a interagir com os alunos, sobre o texto que está sendo lido. Os conhecimentos adquiridos formalmente (conhecimento enciclopédico), informalmente (conhecimento de mundo), adquiridos com o estudo da língua e da gramática (conhecimento linguístico) e adquiridos pelo estudo de como os diferentes textos se estruturam e se organizam (conhecimento textual), todos esses conhecimentos que, de algum modo, o leitor já possui, tornarão a leitura mais fácil porque eles acionam informações importantes que ajudam a compreender melhor o texto.
R3: A exploração e o desenvolvimento dos níveis de conhecimento prévio são especialmente importantes nas aulas de leitura porque, quando lemos um texto, resgatamos os conhecimentos adquiridos em outras leituras e vivências para interpretá-lo e compreendê-lo adequadamente. Em todas as leituras que fazemos,
acionamos os conhecimentos prévios que adquirimos ao longo de nossa vida e relacionamos com aquilo que estamos lendo.
1.b) Quais os níveis de conhecimento prévio que um professor precisa conhecer para organizar as tarefas de leitura? Comente com exemplos tirados do trabalho da aula descrita acima.
O professor só conseguirá explorar e desenvolver os níveis de conhecimento prévio com seus alunos se ele conhecer o que são esses níveis, se ele souber a importância de cada um desses níveis quando se lê. Enfim, ele deve ter fundamentos necessários sobre o assunto, para desenvolver, nas atividades de leitura, reflexões que ajudem os alunos acionarem seus conhecimentos prévios (de mundo, enciclopédico, linguístico e textual) e desenvolverem melhor a leitura. Daí, a questão 1.2 solicitar o seguinte:
a) Quais níveis de conhecimento prévio o professor precisa conhecer para organizar as tarefas de leitura.
b) Complementar ou reforçar a resposta, trazendo para a reflexão exemplos da atividade desenvolvida pela professora, na situação de aula descrita na questão.
EXEMPLOS DE RESPOSTAS CONSIDERADAS DE NÍVEL BOM E ACIMA (COM ALGUMAS ADAPTAÇÕES):
R1: Conhecimento de mundo, enciclopédico, textual e linguístico. Na atividade apresentada, a professora trabalha e aborda todas essas questões com a turma. Ao situá-los e pergunta-los se já ouviram falar sobre a música, se a conhecem, se já ouviram acerca da comunidade abordada na música, e esperar que eles a respondam, ela já fazendo o levantamento do conhecimento que eles já trazem consigo, isto é, do conhecimento informal, de mundo que esses alunos têm. Ao pedir-lhes que escrevam o nome soletrado, ela está verificando se as crianças sabem ou não compô-lo, escrevê-lo, ou seja, está abordando, checando, ajudando-os a acionar este conhecimento formal (enciclopédico) que possuem. O conhecimento textual é abordado com o gênero música. A professora trouxe variedade para a sala de aula, o que deve ser uma prática comum, já que os alunos sabem reconhecer o que é o refrão. O conhecimento linguístico, creio que tenha sido abordado em todo a atividade, já que as crianças, de acordo com o quadro montado pela professora, conseguem traçar comparações, conseguem os significados das palavras.
R2: Conhecimento de mundo – conhecimento que adquirimos informalmente, com a nossa vivência do dia-a-dia. Quando a professora diz aos alunos “hoje vamos ouvir uma música do MC Cidinho e do MC Doca, ...” e pergunta se os alunos conhecem ou já ouviram antes a música, ela está trabalhando o conhecimento de mundo.
Conhecimento enciclopédico – conhecimento que adquirimos formalmente, através de leitura de textos, livros, jornais, revistas e frequentando museus, teatro, cinemas, etc. Quando a professora pede aos alunos para a ajudarem a preencher o quadro com o que os autores dizem de si mesmos e o que os outros pensam deles, a professora
está trabalhando o conhecimento enciclopédico, pois, sobre a realidade do que realmente ocorre na comunidade, é preciso que haja pesquisa e não apenas achar que é.
Conhecimento linguístico – refere-se ao conhecimento que o indivíduo possui em relação ao vocabulário, à gramática, às regras da língua. Quando a professora pede aos alunos que escrevam no caderno o nome do lugar, que é o título da canção, e os alunos escrevem “Cidade de Deus”, a professora está trabalhando o conhecimento linguístico; ela quer saber se eles sabem escrever corretamente o que foi pedido.
Conhecimento textual – refere-se a tudo que sabemos sobre a organização e estruturação de diferentes textos. Quando a professora trabalha com a música, ela está trabalhando um gênero textual, ou seja, está levando ao conhecimento do aluno como é a organização e estruturação de um texto no gênero musical.
QUESTÃO 2 – Praticando o dialogismo
Esta questão deveria ser respondida, tomando-se como base a atividade descrita na questão 2, que se refere à continuidade das ações que a professora citada continua desenvolvendo com os alunos, ou seja: analisarem a composição do cartaz não apenas adivinhando, mas tendo como base o que já sabiam sobre a localidade; isto é, justificando seus argumentos pela referência aos elementos linguísticos, textuais e visuais apresentados no referido cartaz.
2.a) Como a inclusão dessa atividade pode ser vista como visando aumentar a competência linguística e textual dos estudantes?
Em 2.a, o(a) aluno(a) deveria refletir sobre o seguinte: Como a atividade com o cartaz desenvolvida pela professora, descrita nesta questão, pode fazer com que o aluno aumente sua competência linguística (aprender mais sobre aspectos da língua) e sua competência textual (aprender mais sobre aspectos de textos tipo um cartaz que divulga um filme em comparação com outros tipos de texto).
EXEMPLOS DE RESPOSTAS CONSIDERADAS DE NÍVEL BOM OU ACIMA (COM AS DEVIDAS ADAPTAÇÕES):
R1: A professora usou o mesmo assunto - a comunidade Cidade de Deus - de formas distintas: no texto da letra da música e no texto do cartaz do filme. Ela utilizou-se da letra da música, falou do livro sobre a comunidade e sobre o filme, e, ainda, levou um cartaz deste último para que a turma traçasse paralelos entre o que ouviram, leram e o que viram nas imagens do pôster. Ao fazer isso, a professora expandiu os horizontes desses alunos não apenas para o que aprenderam sobre a comunidade, mas também acerca das possibilidades de se obter e transmitir essas informações. Os alunos tiveram acesso ao áudio, à imagem, bem como ao discurso oral e escrito. Tudo isso ajudou a ampliar as competências linguística (sobre a língua) e textual (sobre diferentes textos) dos alunos.
R2: A proposta realizada pela professora é enriquecedora, pois apresenta o que foi trabalhado por ela anteriormente, mas com outro tipo de linguagem. O cartaz do filme explora principalmente a linguagem visual, mas, também, aspectos da língua verbal e não verbal. Ainda pode-se destacar a análise proposta para entender a composição do cartaz, relacionando-o ao conhecimento prévio da localidade. Sem dúvida, esta atividade contribuiu para aumentar a competência linguística e textual dos estudantes; primeiro, por ser um longa metragem que desperta o interesse por sair um pouco do contexto de sala de aula; segundo, uma produção deste tipo lança mão de diversas manifestações da linguagem.
2.b) O que é uma atitude responsiva e como é possível desenvolvê-la? Exemplifique com a situação acima (ou seja, a situação desenvolvida pela professora, descrita na questão 2).
Em 2.b, o(a) aluno(a) deveria fazer três coisas: 1º) conceituar “atitude responsiva”; 2º) explicar como ela pode ser desenvolvida em sala de aula; 3º) fazer isso, trazendo como exemplo, a atividade feita pela professora, apresentada na questão 2.
EXEMPLOS DE RESPOSTAS CONSIDERADAS DE NÍVEL BOM (COM AS DEVIDAS ADAPTAÇÕES)
R1: Uma atitude responsiva é reagir ao texto. O leitor não é passivo na leitura, ele questiona o que lhe foi apresentado, concorda, discorda, opina, reflete, interpreta. Ele apresenta sua contra palavra, é ativo. A professora, na atividade acima, pede aos alunos que analisem a imagem com base nas informações que já possuem sobre a comunidade, que utilizem essas informações, que observem as divergências e convergências entre imagem, texto escrito e letra da música. Com isso, ela está contribuindo para que cada um aprimore sua capacidade de agir com atitude responsiva.
R2: Atitude responsiva – refere-se ao posicionamento do sujeito diante de tudo que lhe é apresentado, seja um fato ou um texto. O sujeito coloca suas ideias, seus valores, de forma crítica, comprometida e reflexiva. A atividade proposta pela professora, sobre o cartaz do filme Cidade de Deus, é uma ótima maneira de se desenvolver a atitude responsiva nos estudantes, pois ela os leva a se posicionar diante do que está sendo apresentado, com autonomia.
R3: Uma atitude responsiva é a posição que uma pessoa toma diante de um texto, criticando, elogiando, etc. É possível desenvolvê-la quando se procura compreender, analisar, conhecer melhor o assunto que está lendo. Na atividade citada na questão 2, a professora busca desenvolver essa atitude em seus alunos quando pede que eles analisem o cartaz.
QUESTÃO 3 – Leitura e Discurso
Nesta questão, reproduzimos parte da canção “Cidade de Deus” para que vocês expliquem dois aspectos importantes sobre língua e linguagem.
Foi apresentado dois trechos da referida música para que o(a) aluno(a) os aproveitasse para responder a questão 3, mais especificamente, 3.a e 3.b.
3.a) O trecho destacado em 3.a deveria ser tomado como base para se responder de que modo a noção de “gênero discursivo” ajudaria a professora explicar a seus alunos o estilo de língua usado no trecho em destaque.
EXEMPLOS DE RESPOSTAS CONSIDERADAS DE NÍVEL BOM (COM AS DEVIDAS ADAPTAÇÕES):
R1: O gênero discursivo, neste caso, o texto da música, contribui para a análise e identificação do tipo de texto que está sendo trabalhado. Refiro-me às características deste texto que influenciam o estilo de língua usado, um estilo que expressa o modo de vida do povo daquela comunidade.
R2: O estilo de linguagem usado na música é a língua da comunidade, a manifestação da linguagem usada por aquele povo, o dialeto deles, a identidade deles. E o gênero discursivo - expressado pela letra da música marcada por um estilo que se identifica àquele povo (o funk)- acaba ajudando a professora explicar o quanto aquele estilo de linguagem utilizado por eles é coerente. Por isso, expressões como “Se liga no que estou falando” e “Tu vai se amarrar, vai se diverti”, não são melhores, nem piores; apenas representam o modo deles se identificarem, dizerem quem são, por meio de um gênero discursivo que também os identifica.
3.b) Utilizando-se do trecho destacado em 3.b, o(a) aluno(a) deveria justificar ou responder o seguinte: o motivo de os MCs não apresentarem uma visão idealizada (irreal) da vida na favela, contestando, desse modo, os estereótipos comumente apresentados no discurso sobre a vida em comunidades como Cidade de Deus.
EXEMPLOS DE RESPOSTAS CONSIDERADAS DE NÍVEL BOM (COM AS DEVIDAS ADAPTAÇÕES):
R1: Na música, os compositores/cantores não escondem ou disfarçam a vida na comunidade. Eles são realistas. Comparam a vida na cidade de Deus à maré que “às vezes tá alta, às vezes tá baixa”. Eles não negam as dificuldades, mas não as glorificam também: “A vida do povo é assim. Às vezes tá tranquila e às vezes tá ruim”. E ainda mostram o otimismo e o estilo “bola pra frente” dos moradores da comunidade: “Depois do cerol tem que dar estanque”.
R2: O fato dos MCs não construírem uma visão idealizada da vida naquela comunidade está claro em todo o trecho. Desde o início, quando é dito que “não escondemos nada o que temos lá dentro”, enfatizando que não há o que se esconder; que existem aspectos negativos conhecidos pela sociedade, mas no verso seguinte defende o fato de a comunidade ter fé. Ou seja, existem pessoas de bem que trabalham e lutam para ter vida digna, apesar do entorno arriscado e violento. Os autores argumentam contra a visão idealizada da vida na favela, afirmando que existem fases boas e ruins, como em outros locais
Ap1 de Curriculo
|
Fundação Centro
de Ciências e Educação Superior a Distância
do Estado do Rio
de Janeiro
Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro
AP1
– 2013-2
DISCIPLINA: CURRÍCULO
Coordenação: Profª Leila Lopes de Medeiros
GABARITO
Prezado(a) discente:
Essa é a sua primeira avaliação presencial (AP1).
Leia os enunciados com atenção e procure ser claro(a) e objetivo(a) na
elaboração de suas respostas.
Para uma avaliação tranquila, observe as
recomendações a seguir
· esta
avaliação é individual e sem consulta;
· observe
que há 04 (quatro) questões nesta avaliação com a pontuação indicada;
· leia
atentamente todas as questões;
· responda
com caneta azul ou preta;
· escreva
com letra legível;
· revise
suas respostas e verifique se as ideias estão claras;
· utilize
o caderno de respostas;
· demonstre
o que você aprendeu nos seus estudos.
QUESTÕES:
1.
Para a teoria tradicional, o Currículo
deveria conceber uma escola que funcionasse de forma semelhante a qualquer
empresa comercial ou industrial. Sua ênfase estava voltada para a eficiência,
produtividade, organização e desenvolvimento. O Currículo deve ser
essencialmente técnico e a educação vista como um processo de moldagem.
(CEREZER,Osvaldo Mariotto. Documentos de Identidade, p 1)
A partir do trecho da resenha e
com base em seus estudos, elabore um texto
de 6 a 10 linhas explicando como se concretiza, na escola, um currículo
com essas características. Descreva o tipo de objetivos, conteúdos e atividades
de ensino e aprendizagem devem estar presentes nessa abordagem de currículo e
faça uma crítica a respeito. (3,0 pontos)
Orientação
para a resposta:
O texto deve fazer referência a formação
voltada para o trabalho, a escola como modelo fabril, a modelagem do
comportamento com conteúdos úteis ao trabalho fabril, domesticação
(docilização) dos corpos para atuar nas longas jornadas do trabalho maquinal,
obedecer ordens. Os objetivos se referem aos comportamentos, atitudes e valores
ligados a essa forma de trabalho. As atividades são igualmente são igualmente
mecânicas, repetitivas, condicionadoras de comportamentos e fixadoras de
conteúdos memorizáveis.
Críticas
perda da dimensão humana e supervalorização da formação acrítica e restrita
para o trabalho como instituído a partir da revolução industrial, falta de
perspectiva de intervenção na realidade individual e social.
2. Vimos nos materiais
que o conceito de Currículo vem se alterando de acordo com as concepções de
educação predominantes. De acordo com suas leituras, marque com (X) as
afirmativas que correspondam a um entendimento
atual sobre Currículo Escolar: (2,0
pontos).
Podemos afirmar, hoje, que currículo:
(X) é o plano
de ação que operacionaliza a proposta pedagógica da escola;
(X) é o documento que determina a distribuição e os
horários destinados às disciplinas escolares e às rotinas pedagógicas;
(X) é a descrição minuciosa dos conteúdos, da
bibliografia, das avaliações e dos resultados dos alunos em cada período de
escolarização;
(X) é a construção de percursos de aprendizagens
escolares mediados pela cultura e pelas expectativas dos indivíduos e da
sociedade.
3. Na resenha do livro “Documentos de Identidade”,
Osvaldo Cerezer destaca o tratamento
dado pelo autor do livro a um tema importante – o currículo oculto:
O autor, ao abordar o currículo oculto,
analisa-o como sendo aquele que, embora não faça parte do currículo escolar,
encontra-se presente nas escolas através de aspectos pertencentes ao ambiente
escolar e que influenciam na aprendizagem dos alunos. (CEREZER,Osvaldo Mariotto.
Documentos de Identidade, p 4 )
Segundo Tomás Tadeu,
o tema é visto
por ângulos diferentes em
diferentes teorias do currículo.
A partir da leitura da resenha e do estudo do
material didático da disciplina elabore um texto dissertativo de 06 a 10 linhas
explicando como é entendido o currículo oculto
segundo a visão crítica do Currículo. (2,0 pontos).
Orientação para a
resposta:
O currículo oculto
compreende a atitudes, comportamentos, relações entre professores e alunos. Ações
que estão presentes no ambiente escolar, que fazem parte das práticas
pedagógicas, mas não se encontram de maneira explícita no currículo.
Segundo
a visão crítica do currículo, ao repetir determinados comportamentos, como a
forma de lidar com os alunos e a maneira de arrumação em salas de aulas, são
ações que tem contribuído para perpetuar as condições de subordinação das
crianças desfavorecidas economicamente,
já que reforça uma cultura que é valorizada por uma elite dominante. Dessa
forma, a reflexão sobre o currículo oculto é um aliado na busca por mudanças
nesses tipos de condições sociais dessas crianças.
4.
“As
versões emancipatórias do multiculturalismo baseiam- se no reconhecimento da
diferença e do direito à diferença e da coexistência ou construção de uma vida
em comum além de diferenças de vários tipos” (Santos, 2003, p. 33)
Construir o currículo com base nessa tensão
não é tarefa fácil e irá certamente requerer do professor nova postura, novos
saberes, novos objetivos, novos conteúdos, novas estratégias e novas formas de
avaliação. (MOREIRA, Antonio Flavio e CANDAU, Ana Maria. Educação escolar e cultura(s)
A partir desse trecho e dos demais
estudos, considerando que ocultar a diferenças através da exaltação da
igualdade não parece ser a forma mais adequada de encarar esse desafio,
descreva, em um texto de 06 a 10 linhas, como se constituiria um Currículo na visão
multiculturalista. (30 pontos)
Orientação para a resposta:
Para a construção de um currículo
na visão multiculturalista, é necessário romper com a ideia de que existe uma
única cultura, aquela que é valorizada pela classe dominante. É importante que
“o docente se disponha e se capacite a reformular o currículo e a prática
docente com base nas perspectivas, necessidades e identidades de classes e
grupos subalternizados.” (MOREIRA ; CANDAU, 2003, p.157)
Sendo assim, os autores apontam
para a importância da superação de um daltonismo cultural, valorizando todas as
diferentes culturas que permeiam no espaço escolar e a busca por estratégias
pedagógicas que possam lidar com a heterogeneidade presente nesse espaço.
Estratégias que são inesgotáveis, como a necessidade de reescrever o
conhecimento a partir das diferentes raízes étnicas, mas especificamente, a
partir das experiências vividas dos educandos, contextualizar sempre os
conteúdos de conhecimento, permitindo a entender como foi construído
historicamente e a promoção de um espaço de crítica cultural, possibilitando
questionar tudo aquilo que é considerado normal e natural como cultura.
semestre 2014 -1
tá começando mais um semestre do cederj !! Estamos no semestre 2014 -1
No semestre passado me dediquei e passei em todas as disciplinas Amem !! e espero que ocorra o mesmo esse novo semestre que vai entrar !! To no 5° período e já achei algumas ads e aps que espero que seja ultil para mim e vc okk
No semestre passado me dediquei e passei em todas as disciplinas Amem !! e espero que ocorra o mesmo esse novo semestre que vai entrar !! To no 5° período e já achei algumas ads e aps que espero que seja ultil para mim e vc okk
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
ap2 musica na educação
verdadeiras e F para as afirmações falsas:
(Anulada) O processo de ancoragem diz respeito à classificação e à denominação do resultado da produção musical.
(F) O silêncio não é considerado um elemento expressivo importante a ser utilizado nas produções musicais.
(V) As parlendas são utilizadas para acalmar, divertir e embalar as crianças nos seus primeiros anos de vida.
(F) Para Carl Orff o corpo não pode ser considerado um instrumento de percussão, uma vez que não é capaz produzir combinações de timbres.
(V) Para Dalcroze e educação musical deve integrar o corpo e a mente para que o estudante tenha condições de dizer “eu sinto” ao invés de dizer “eu sei”.
2) Partindo do pressuposto de que música é discurso, tal como faz Swanwick, que elemento mais se destaca no desenvolvimento das práticas musicais:
( X ) colaboração entre os participantes na criação musical em seus vários níveis de autonomia: ouvir, interpretar, compor/improvisar
( ) ensaios para treinamento do que cada integrante irá desenvolver musicalmente
( ) aprendizagem da leitura e escrita musical para registrar as idéias e aproveitálas em próximos encontros
3) Que relação você pode estabelecer entre a construção de instrumentos musicais não convencionais e a Proposta de Oficina de Música?
__A construção de instrumentos não convencionais parte de princípios muito próximos ao fundamento da Proposta de Oficina de Música: todo som é passível de ser aproveitado no processo de criação, a investigação sonora de vários materiais e a autonomia no uso dos materiais durante o processo de criação
4) Apresente um exemplo de prática pedagógica em que a composição/improvisação são utilizadas como ferramenta didática visando a ampliação da criatividade dos estudantes.
Por meio da resposta verificada, vamos identificar os padrões presentes na associação entre o conceito de ‘criatividade’ (se algo eminentemente inato ou que pode ser desenvolvido por meio de processos lúdicos e intencionais na relação entre professor e estudantes) e de composição / improvisação (se é ação específica
do campo dos especialistas em música ou se é ação que pode ser desenvolvida pelo professor unidocente por meio de estratégias próximas à elaboração de discursos).
5) Indique alguns critérios para a avaliação de um trabalho criativo utilizando sons
QUESTÕES LIGADAS À AVALIAÇÃO DO TRABALHO CRIATIVO E MUSICAL
(Extraído do livro de John Paynter, “Music in the secondary school curriculum”. Cambridge: Cambridge University Press, 1983; p. 230234)
(Anulada) O processo de ancoragem diz respeito à classificação e à denominação do resultado da produção musical.
(F) O silêncio não é considerado um elemento expressivo importante a ser utilizado nas produções musicais.
(V) As parlendas são utilizadas para acalmar, divertir e embalar as crianças nos seus primeiros anos de vida.
(F) Para Carl Orff o corpo não pode ser considerado um instrumento de percussão, uma vez que não é capaz produzir combinações de timbres.
(V) Para Dalcroze e educação musical deve integrar o corpo e a mente para que o estudante tenha condições de dizer “eu sinto” ao invés de dizer “eu sei”.
2) Partindo do pressuposto de que música é discurso, tal como faz Swanwick, que elemento mais se destaca no desenvolvimento das práticas musicais:
( X ) colaboração entre os participantes na criação musical em seus vários níveis de autonomia: ouvir, interpretar, compor/improvisar
( ) ensaios para treinamento do que cada integrante irá desenvolver musicalmente
( ) aprendizagem da leitura e escrita musical para registrar as idéias e aproveitálas em próximos encontros
3) Que relação você pode estabelecer entre a construção de instrumentos musicais não convencionais e a Proposta de Oficina de Música?
__A construção de instrumentos não convencionais parte de princípios muito próximos ao fundamento da Proposta de Oficina de Música: todo som é passível de ser aproveitado no processo de criação, a investigação sonora de vários materiais e a autonomia no uso dos materiais durante o processo de criação
4) Apresente um exemplo de prática pedagógica em que a composição/improvisação são utilizadas como ferramenta didática visando a ampliação da criatividade dos estudantes.
Por meio da resposta verificada, vamos identificar os padrões presentes na associação entre o conceito de ‘criatividade’ (se algo eminentemente inato ou que pode ser desenvolvido por meio de processos lúdicos e intencionais na relação entre professor e estudantes) e de composição / improvisação (se é ação específica
do campo dos especialistas em música ou se é ação que pode ser desenvolvida pelo professor unidocente por meio de estratégias próximas à elaboração de discursos).
5) Indique alguns critérios para a avaliação de um trabalho criativo utilizando sons
QUESTÕES LIGADAS À AVALIAÇÃO DO TRABALHO CRIATIVO E MUSICAL
(Extraído do livro de John Paynter, “Music in the secondary school curriculum”. Cambridge: Cambridge University Press, 1983; p. 230234)
ap2 de geografia na educação 1
1 – Analise a importância da linguagem cartográfica para a construção do conhecimento geográfico na infância. Justifique teoricamente a sua resposta. (2,0) (Desenvolva no máximo em 20 linhas)
Resposta: O aluno deverá elaborar uma reflexão teórica integrando a cartografia como instrumento de representação espacial, com suas particularidades e contextos sociais. Essa capacidade de lidar com representações que substituem o próprio real é o que possibilita ao homem liberta-se do espaço e do tempo presentes (OLIVEIRA, 1997). A criança brinca, faz-deconta e no devaneio desenvolve a noção espacial. Desde muito pequeno, a cartografia deve fazer parte das atividades, começando pela visão de mundo livre até chegar às decodificações do sistema atual.
2 – O que diferencia as expressões utilizadas por Yves Lacoste – A Cartografia dos Estados-Maiores e a Cartografia dos Professores? (2,0) (Desenvolva no máximo em 20 linhas)
Resposta: O aluno deverá elaborar uma reflexão teórica apontando que os mapas feitos com precisão e detalhes são utilizados pelos governantes que precisam conhecer minuciosamente os espaços que dominam. É a cartografia dos Estados-maiores. Aos professores, cabe ensinar uma cartografia descritiva, de pouca criticidade, que não se presta a estudos mais aprofundados ara entendimento das relações entre natureza e sociedade. Serve mais para dizer que a escola trabalha com mapas.
3 – Crie um texto, utilizando os elementos conceituais desenvolvidos durante o semestre, abordando a importância da geografia na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental Justifique com autores a sua resposta. (2,0) (Desenvolva no máximo em 20 linhas)
Resposta: O aluno deverá elaborar uma reflexão teórica com sustentação nas aulas do material da disciplina, justificando a importância da geografia para as crianças, seja na educação infantil como nos anos iniciais do ensino fundamental. Importante que o aluno traga para o seu texto a citação articulada com autores trabalhados ao longo do semestre ou mesmo outros da área de educação, que possa fundamentar o seu pensamento. Importante a relação entre teoria e prática, no qual não podemos formar bem um professor para a educação básica.
4 – Leia o texto a seguir e pensando na função social da educação escolar, responda como a interdisciplinares na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental. Justifique
infância como Território ou os Territórios de Infância
“A infância se dá num amplo espaço de negociação que implica a produção de culturas de criança, de lugares destinados às crianças pelo mundo adulto e suas instituições e das territorialidades de criança, resultando desse embate uma configuração a qual chamamos territorialidades infantis.” “No campo da infância a paisagem aparece como uma força reveladora, pois as sociedades, ao reservarem um lugar social para suas crianças, criam formas, elaboram artefatos que materializam as concepções de infância pré-existentes nesse contexto social, construindo o que denominamos ‘paisagens de infância.” “O acesso aos diferentes estratos dessas paisagens torna possível cartografar, não só as concepções de infância que foram sistematizadas ao longo de sua produção - e se constituíram como formas no espaço – como também, nos possibilitam acessar os diferentes agentes que a produziram, inclusive a participação (ou não) das crianças nesse processo.” “Para as crianças, a prática espacial é uma prática de ‘territoriolugar’, já que apreendem o
espaço em suas escalas vivenciais, a partir de seus pares, do mundo adulto, da sociedade em que se
inserem." (Jader Janer Moreira Lopes – Professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal
Fluminense – Citações retiradas do Blog sobre Geografia da Infância - Fonte: http://geografiadainfancia.blogspot.com/ - Acesso: 08h14m05s - 20/08/2013)
Resposta: O aluno deverá elaborar uma reflexão teórica a partir de uma das funções da escola que é oportunizar as territorialidades infantis, incluindo as crianças na produção do espaço geográfico. A escola como coletivo oferece as condições de desenvolvimento a partir da relação com o outro, interagindo com as práticas sociais na diversidade histórica e social (Vigotski), ou seja, a prática pedagógica com o objetivo de transformação da criança respeitando as suas próprias experiências espaciais, a sua singularidade no mundo como sujeito de direito.
5 – Exemplifique de forma organizada alguma atividade que possa ser desenvolvida nos anos iniciais do ensino fundamental para preparar a criança visando o trabalho com as coordenadas geográficas e/ou a contextualização das experiências de espaço-tempo, considerando as características de sua região ou município. (2,0) (Desenvolva no máximo em 20 linhas)
Resposta: O aluno deverá elaborar uma reflexão teórico-prático fundamentada e organizada na sua relação com a escola para o ensino fundamental, considerando a sua região como norteadora das inquietações do trabalho com as coordenadas geográficas e/ou experiências de espaçotempo, lembrando o papel social da escola no processo de ensino aprendizagem. Contextualizando a sua própria relação com o entorno geográfico em reside e/ou trabalha, favorecendo a postura de novos olhares para atividades pedagógicas.
Resposta: O aluno deverá elaborar uma reflexão teórica integrando a cartografia como instrumento de representação espacial, com suas particularidades e contextos sociais. Essa capacidade de lidar com representações que substituem o próprio real é o que possibilita ao homem liberta-se do espaço e do tempo presentes (OLIVEIRA, 1997). A criança brinca, faz-deconta e no devaneio desenvolve a noção espacial. Desde muito pequeno, a cartografia deve fazer parte das atividades, começando pela visão de mundo livre até chegar às decodificações do sistema atual.
2 – O que diferencia as expressões utilizadas por Yves Lacoste – A Cartografia dos Estados-Maiores e a Cartografia dos Professores? (2,0) (Desenvolva no máximo em 20 linhas)
Resposta: O aluno deverá elaborar uma reflexão teórica apontando que os mapas feitos com precisão e detalhes são utilizados pelos governantes que precisam conhecer minuciosamente os espaços que dominam. É a cartografia dos Estados-maiores. Aos professores, cabe ensinar uma cartografia descritiva, de pouca criticidade, que não se presta a estudos mais aprofundados ara entendimento das relações entre natureza e sociedade. Serve mais para dizer que a escola trabalha com mapas.
3 – Crie um texto, utilizando os elementos conceituais desenvolvidos durante o semestre, abordando a importância da geografia na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental Justifique com autores a sua resposta. (2,0) (Desenvolva no máximo em 20 linhas)
Resposta: O aluno deverá elaborar uma reflexão teórica com sustentação nas aulas do material da disciplina, justificando a importância da geografia para as crianças, seja na educação infantil como nos anos iniciais do ensino fundamental. Importante que o aluno traga para o seu texto a citação articulada com autores trabalhados ao longo do semestre ou mesmo outros da área de educação, que possa fundamentar o seu pensamento. Importante a relação entre teoria e prática, no qual não podemos formar bem um professor para a educação básica.
4 – Leia o texto a seguir e pensando na função social da educação escolar, responda como a interdisciplinares na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental. Justifique
infância como Território ou os Territórios de Infância
“A infância se dá num amplo espaço de negociação que implica a produção de culturas de criança, de lugares destinados às crianças pelo mundo adulto e suas instituições e das territorialidades de criança, resultando desse embate uma configuração a qual chamamos territorialidades infantis.” “No campo da infância a paisagem aparece como uma força reveladora, pois as sociedades, ao reservarem um lugar social para suas crianças, criam formas, elaboram artefatos que materializam as concepções de infância pré-existentes nesse contexto social, construindo o que denominamos ‘paisagens de infância.” “O acesso aos diferentes estratos dessas paisagens torna possível cartografar, não só as concepções de infância que foram sistematizadas ao longo de sua produção - e se constituíram como formas no espaço – como também, nos possibilitam acessar os diferentes agentes que a produziram, inclusive a participação (ou não) das crianças nesse processo.” “Para as crianças, a prática espacial é uma prática de ‘territoriolugar’, já que apreendem o
espaço em suas escalas vivenciais, a partir de seus pares, do mundo adulto, da sociedade em que se
inserem." (Jader Janer Moreira Lopes – Professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal
Fluminense – Citações retiradas do Blog sobre Geografia da Infância - Fonte: http://geografiadainfancia.blogspot.com/ - Acesso: 08h14m05s - 20/08/2013)
Resposta: O aluno deverá elaborar uma reflexão teórica a partir de uma das funções da escola que é oportunizar as territorialidades infantis, incluindo as crianças na produção do espaço geográfico. A escola como coletivo oferece as condições de desenvolvimento a partir da relação com o outro, interagindo com as práticas sociais na diversidade histórica e social (Vigotski), ou seja, a prática pedagógica com o objetivo de transformação da criança respeitando as suas próprias experiências espaciais, a sua singularidade no mundo como sujeito de direito.
5 – Exemplifique de forma organizada alguma atividade que possa ser desenvolvida nos anos iniciais do ensino fundamental para preparar a criança visando o trabalho com as coordenadas geográficas e/ou a contextualização das experiências de espaço-tempo, considerando as características de sua região ou município. (2,0) (Desenvolva no máximo em 20 linhas)
Resposta: O aluno deverá elaborar uma reflexão teórico-prático fundamentada e organizada na sua relação com a escola para o ensino fundamental, considerando a sua região como norteadora das inquietações do trabalho com as coordenadas geográficas e/ou experiências de espaçotempo, lembrando o papel social da escola no processo de ensino aprendizagem. Contextualizando a sua própria relação com o entorno geográfico em reside e/ou trabalha, favorecendo a postura de novos olhares para atividades pedagógicas.
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